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Veja por que a sua instituição financeira deve investir em seguro rural nos próximos anos!

Veja por que a sua instituição financeira deve investir em seguro rural nos próximos anos!

18 de novembro de 2021

Tempo de Leitura: 5 minutos

O mercado de seguros é amplo e cada instituição financeira escolhe as atividades que deseja operar. Mas existe uma delas que está em destaque nos últimos anos e que deve ser olhada com mais atenção: o seguro rural. Tradicionalmente, existe uma barreira criada pela visão de que esse é um setor imprevisível e com dificuldades para ter sucesso.

Porém, a realidade é diferente. De fato, não é possível se livrar de todos os riscos — o que também não ocorre em outros ramos de seguros — mas a digitalização e o uso de dados confiáveis garante a mitigação deles em toda a esteira do seguro rural, o que é fundamental para a segurança das instituições.

Neste artigo, você conhecerá o potencial do seguro rural nos próximos anos e verá porque é uma boa ideia investir nesse setor. Boa leitura!

Seguro rural está em expansão

A contratação do seguro rural está em alta. Números do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) indicam que a área segurada subiu 104% na comparação com 2019, atingindo 13,6 milhões de hectares. Já o número de produtores atendidos passou dos 100 mil.

Vale o destaque que a cultura de seguro rural é relativamente nova no país. Ao contrário do crédito rural, que é uma política federal desde 1965, a participação do governo nesse mercado começou em 2005. Só a título de comparação, a área segurada no primeiro ano foi de apenas 68 mil hectares.

Ou seja, ainda há muito espaço para crescimento. Principalmente porque esses números de cobertura correspondem a 20% das propriedades brasileiras, então 80% ainda não têm qualquer tipo de seguro. Nesse caso, a sua instituição financeira pode aproveitar um grande número de consumidores em potencial.

 

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Presença de seguradoras ainda é baixa

Embora os números demonstrem o potencial do setor, a presença de seguradoras ainda é relativamente baixa. Em um universo de centenas de empresas, apenas 15 estão habilitadas para trabalhar com seguro rural. Ao mesmo tempo, há um crescimento constante, porque eram apenas quatro em 2006.

Dessa forma, não há tanta concorrência como em outros ramos, como o veicular ou de bens pessoais. É verdade que eles não lidam muito com o clima, que é o maior risco envolvido no agronegócio, mas como veremos a seguir, existem mecanismos para mitigar esses riscos e se beneficiar do espaço existente no mercado.

Subvenção federal deixa o produto mais atrativo

Uma particularidade do seguro rural é o apoio financeiro do Governo Federal. Por meio do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), entre 20% e 40% do valor do prêmio é subvencionado, garantindo uma apólice mais barata para o produtor, mas sem minar o faturamento da seguradora.

O PSR é um instrumento fundamental para desenvolver o mercado e atrair mais produtores, porque ele resolve uma parte do problema de preço do prêmio, que é mais alto pelos riscos envolvidos. Com o apoio federal, o produto se torna mais acessível para os dois lados da equação.

 

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Digitalização promove a segurança

Se a subvenção é um apoio necessário, a digitalização da esteira do seguro rural é o grande agente da mudança. Ainda que o clima seja impossível de controlar, o conhecimento mais preciso sobre as suas especificidades, por meio de tecnologias e bases de dados, deixa a sua operação mais previsível.

Quando a instituição financeira sai do escuro e passa a entender melhor os riscos envolvidos em cada propriedade, ela pode precificar melhor o seu produto. Além disso, com o monitoramento das apólices e as vistorias sendo realizadas de forma remota, caem os custos operacionais.

A consequência é uma maior rentabilidade dentro da seguradora ou resseguradora. Não quer dizer que os sinistros não ocorrerão, mas a empresa está preparada para lidar com eles, pois já adicionou esse risco desde o processo de subscrição e equilibrou corretamente a venda das apólices para evitar prejuízos.

Se a sua instituição financeira não participa do seguro rural ou tem uma operação reduzida, chegou a hora de repensar isso. A evolução das tecnologias envolvidas, junto com o apoio do Estado e a demanda por mais produtos, indica um futuro promissor para a área. Vale a pena explorar esse mercado! Um dos grandes desafios das instituições financeiras que atuam em seguros é manter uma boa rentabilidade. Leia também esse artigo e confira algumas dicas para buscar melhores resultados!


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