Sua rastreabilidade da cadeia de suprimentos ainda é limitada? Think again!

A pressão da sociedade por marcas sustentáveis está cada dia maior. Não somente nos seus escritórios, mas para uma rastreabilidade ampla de toda a cadeia de suprimentos, porque há a demanda por produtos e serviços com origem sustentável e sem irregularidades socioambientais. O grande desafio é controlar todas essas variáveis do processo e principalmente, dar transparência para esse processo — ou pelo menos era.

Neste texto, você verá como as ferramentas tecnológicas podem melhorar o monitoramento da sua operação. Continue a leitura!

Importância da agenda ESG para as empresas

As mudanças climáticas e a pressão da sociedade na luta contra a desigualdade são dois exemplos da importância da agenda ESG (ambiental, social e governança, em português) no mundo corporativo. O crescimento sustentável virou uma necessidade para alcançar o sucesso nas próximas décadas.

Então, as companhias assumem compromissos que envolvem diversos aspectos da sociedade — desde a redução da emissão de gases poluentes até a luta contra o trabalho escravo e contra a corrupção. O objetivo é buscar o fortalecimento da marca e mais atratividade para os clientes.

Porém, as companhias não são julgadas somente pelo seu impacto direto na sociedade, mas também por todos aqueles que estão inseridos na sua cadeia de valor. Ou seja, as pessoas também querem saber se aquele produto consumido tem uma origem que respeite o meio ambiente.

Dificuldades para controlar toda a cadeia de suprimentos

A cadeia de suprimentos de uma empresa é todo o conjunto de processos envolvidos na sua atividade, como fornecedores, recursos, pessoas e informações. Pense em uma rede, com vários pontos interligados, e que precisa funcionar bem para que o produto ou serviço chegue até o seu cliente final.

Se a companhia é pequena e tem um portfólio pequeno, é relativamente simples controlar todas essas variáveis. Agora imagine uma grande corporação, com pontos de venda em dezenas de países, e que precisa monitorar a produção desde a matéria-prima até a distribuição para as lojas. Ficou mais complexo, né?

Para além de problemas relacionados à atividade da empresa, também há uma mudança na mentalidade do mercado nos últimos anos, que enxerga a responsabilidade das organizações em toda essa cadeia. Não é mais aceitável que uma gigante de alimentos compre insumos de um fornecedor que desmatou para produzir, por exemplo.

Nesse sentido, muitas marcas ainda mantêm uma rastreabilidade ineficaz da sua cadeia de suprimentos, seja pela sua complexidade ou pela falta de ações efetivas. Assim, concentram-se apenas nas suas atividades principais e não conseguem mitigar os riscos socioambientais em todo o processo.

Porém, essa realidade pode ser diferente. Atualmente, a tecnologia permite um monitoramento completo da cadeia, com custos operacionais mais baixos e resultados melhores. Não é preciso deslocar funcionários para realizar vistorias presenciais, porque tudo é acompanhado diretamente da tela do computador e principalmente, com evidências MRV (Mensuráveis, Verificáveis e Reportáveis) — que são mais eficientes e assertivas.

Benefícios da tecnologia na rastreabilidade da cadeia

Os recursos tecnológicos surgiram justamente para diminuir a complexidade desse controle, com o uso de Big Data (grande conjunto de dados) e inteligência artificial para trazer soluções customizadas para cada tipo de negócio. Confira os principais benefícios da sua utilização na cadeia de suprimentos!

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Rastreio completo

Desde o território rural até a indústria, a companhia tem uma visão ampla da sua cadeia de valor de uma forma descomplicada. Isso é fundamental para empresas de todo porte, mas principalmente aquelas com um número maior de fornecedores e que encontram dificuldades para monitorar a produção.

Mitigação de riscos socioambientais

A digitalização aumenta a transparência da cadeia de suprimentos, mitigando os riscos socioambientais envolvidos no processo. Assim, a companhia pode estar em compliance com todas as regulações nacionais e internacionais, como as resoluções ambientais do BACEN, ONG´s, MPF, Associações, além das exigências da sociedade civil.

Custos operacionais

Existe um tabu de que a aplicação de tecnologia de ponta é muito cara, mas isso não é a realidade. Sem dúvidas, manter uma estrutura de acompanhamento presencial e informações manuais tem um custo operacional bem maior para as empresas – desta forma,  as ferramentas digitais garantem uma vantagem econômica, com melhor aplicação dos recursos e escalabilidade para as verificações,uma vez que em um mundo com acesso à fornecedores cada vez mais distantes, a velocidade e capacidade de processamento de análises em massa é fundamental.

Novas oportunidades de negócio

Além das questões socioambientais, melhorar esse acompanhamento também proporciona um ganho de rentabilidade para a companhia, porque ela é capaz de montar uma cadeia mais eficiente. Desenvolver uma marca reconhecida por esses esforços em prol do meio ambiente traz novos clientes e oportunidades – com foco em recuperar os recursos investidos, uma vez que os consumidores estão dispostos a pagar mais pelos produtos que são previamente verificados.

Esforços precisam sair do papel

ESG é uma das pautas mais “quentes” do século XXI. Porém, como saber o que fica apenas no discurso e o que se transforma em ações reais? Os consumidores estão de olho nas companhias que lançam projetos e metas para diminuir o impacto no meio ambiente, mas que não cumprem suas promessas.

Essa tendência é conhecida como greenwashing (“pintando de verde”, em inglês), que funciona como uma propaganda enganosa. Isso faz com que, muitas vezes, a relação entre sustentabilidade e agronegócio seja vista de forma negativa ou não receba o reconhecimento merecido.

Nesse sentido, é fundamental desenvolver os critérios MRV nas suas operações. O mercado financeiro começa a cobrar cada vez mais para que as empresas incluam essas evidências nos seus projetos — mensuráveis, verificáveis e reportáveis — e que realmente causem impacto com suas ações. 

Não adotar pode levar à dificuldade para acessar as finanças verdes (investimentos com foco em sustentabilidade) ou mesmo ter acesso a novos acionistas. Até por esse motivo, muitas empresas buscam certificações internacionais, como o selo do Sistema B, para atestar os seus esforços reais pela sustentabilidade da sua operação.

O processo para tirar essa certificação pode ser longo, mas existem atalhos tecnológicos. É necessário avaliar tudo que envolve a sua atividade, desde o relacionamento com fornecedores e colaboradores até a rastreabilidade da cadeia. Como vimos, algo praticamente impossível de ser feito manualmente.

Por outro lado, a digitalização diminui os riscos de toda a operação, porque a companhia pode acompanhar esse caminho que o produto faz desde as propriedades rurais, até chegar ao cliente. Ela permite escolher fornecedores que atuam em compliance socioambiental e melhorar o processo de compras, entre outras coisas.

Para as companhias que têm relação direta com o agronegócio, a tecnologia se torna uma aliada no monitoramento do campo brasileiro. Com o uso de imagens de satélite, por exemplo, é possível verificar se aquele território utiliza terras indígenas ou áreas de preservação, auxiliando na tomada de decisão do negócio – novamente, com capacidade de ter seus processos constantemente validados.

Definitivamente, controlar toda essa cadeia de suprimentos é uma tarefa essencial para as companhias. Apesar disso, a sua rastreabilidade não precisa ser lenta e limitada, porque as soluções digitais estão disponíveis de forma customizada para qualquer tipo de negócio e não devem ser enxergadas como um custo, mas sim como um investimento para o seu futuro.
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